Este Blog, foi criado em menos de 1 minuto e o objectivo é manter o autor ocupado pelo menos 1 minuto por dia. O autor é um alentejano que constituiu familia na capital. São tantas as coisas com que não se identifica que optou por criar este blog para as partilhar.
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Sou um invejoso!
Sempre a correr de um lado para o outro, hoje o ponto de
encontro foi a Doca do Bom Sucesso.
Cheguei um pouco antes da hora marcada, como sempre.
Enquanto observava a dinâmica do local e a bela vista:
-De um lado 1 pescador com 4 canas,…ganda maluco pensei!
-Do outro uma Sr.ª
idosa a fazer exercício parecia que se ia desmontar,…
-Cristo Rei ao fundo…
Mas o mais interessante foi ver um grande carrão (MERCEDES com bom aspeto de 2011) a chegar devagarinho. Captou-me a atenção.
Ao volante alguém mascarado de marinheiro. Sim mascarado, aquilo não era nenhum
barco para o homem vir vestido daquela forma. Parou a uns 10m de mim, saiu, deu
a volta ao carro e abriu a porta de trás. Mais curioso fiquei com o que ia
sair. Comecei por ver um “tene” branco a sair acompanhado por uma perna que se
percebia que era de mulher. BOM. Lá saiu a mulher vestida de maiô branco e
rosa. Fiz um diagnóstico rápido: “Cota com os seus sessentas e tudo descaído….”J
O motorista não fechou a porta porquê? Pois é, havia mais...
Saiu uma cachopa para a minha idade mas bem melhor que a 1ª.
Nesta o diagnóstico era bem diferente: matulona, encorpada, bonita, cabelo
comprido apanhado por um elegante rabo (de cavalo), calção de licra e top
justinho (copa 42),…MUITO BOM.
O motorista ficou no carro. Rapidamente percebi que se
tratava da cliente com a respetiva Personal Trainer. Foi um gosto velas a
realizar os exercícios à medida que iam andando.
Agora que elas se foram embora pergunto: será que o dinheiro
da marinha anda a ser "investido" nestes pequenos luxos? Se é da marinha também é
nosso.
Também quero!
A mecânica da coisa.
Ao contrário de quase todos os homens que conheço detesto
tratar dos carros. Não gosto de lavar ou aspirar, limpar o pó, ir à revisão,…Nem
mesmo ter de pedir a alguém para o fazer. Não entendo quem gosta de se levantar
cedo ao fim de semana para limpar o carro e pior fazem-no todas as semanas.
Normalmente arranjo sempre forma de me esquivar as estas tarefas. Na última
semana não tive hipótese, teve de ser.
Os senhores das oficinas bem me põem à prova mas daqui não
levam nada. Não percebo nada de pneus, mecânica, peças, eletrónica,…é mau
demais para ser verdade.
Já faço as revisões nas marcas para não ser enganado. Penso
que assim será mais difícil passarem-me a perna. Sempre que tenho de levar o
carro à oficina para a revisão anual ou de número de quilómetros tenho sempre a
sensação que já fui enganado.
Na semana passada levei os 2 carros à dita revisão e nenhum
saiu de lá só com a tradicional revisão. Falta sempre mais qualquer coisa…
Tenho a sensação que os mecânicos estão de olho em mim. Não sei
se devo confiar quando dizem que qualquer coisa está danificada ou vai precisar
de mais não sei o quê…Sou um nabo nisto, a sorte é que só temos 2 carros senão
estava na bancarrota.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Parque para MINI
Com um início deste novo projeto
dei uma volta de 180 à minha vida. As rotinas deixaram de existir. É o fechar
de uma página e o abrir de um livro inteiro.
Hoje no meio da correria tive de
tratar de uns assuntos em Lisboa, como um dos locais era na R. Castilho optei
por parar por ali o carro. Assim o pensei, melhor o tentei fazer. É verdade as
tentativas de parar o carro foram algumas, mas todas sem sucesso até que após
uns minutos às voltas dirigi-me a um parque no final da mesma Rua. Já por lá
tinha passado várias vezes mas nunca tinham estacionado por ali. Na entrada
dizia “livre”, como é normal entrei. Já na portaria recebi o papelinho com a
hora pelas mãos de um simpático Sr.. Fui tentar estacionar. Tentar esta é a
verdade. Os únicos lugares que tinha livres ou eram prioritários (para mim é
sagrado, não estaciono), ou tinham placas que diziam “SO MINIS”. O meu carro
não é grande mas também não é pequeno. Tenho uma carrinha familiar que se estaciona
em qualquer buraquinho do seu tamanho. Tive de parar na estrada de acesso e
perguntar ao rececionista como fazer. A resposta foi que tinha lugares se não
dava para o meu carro tinha de esperar ou ir embora. Foi o que optei por fazer.
Paguei 1,10eur valor correspondente a 1 hora. Estive lá 10m a procurar lugar e
nada.
Se precisar de estacionar neste
parque é melhor certificar-se primeiro qual o tamanho dos lugares disponíveis.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Perdeu-se.
Animal de raça caprina, fêmea (penso eu) de meia idade.
Apesar de na origem da raça ser considerada quadrupede engana bem quando põe 10 cm de salto em cada pata traseira.
Pensa-se que não tem relógio.
Apesar de na origem da raça ser considerada quadrupede engana bem quando põe 10 cm de salto em cada pata traseira.
Tem pelagem curta com madeixas loiras oxigenadas.
De perfil faz lembrar o personagem Smeagol (trilogia Senhor
dos Anéis) mas de frente.
Tem pose altiva e andar emproado.
Faltam-lhe escrúpulos, educação e bom senso. Também é muitas
vezes chamada de mentirosa e trafulha.
Tem a mania que percebe de redes sociais (face) e é
influente entre os trolhas.
Tem um ”berrar” muito especial. Em vez do tradicional “mé mé”,
berra todas as músicas dos festivais de verão. Pensa-se que não tem relógio.
Agradece-se a quem a encontrar que lhe indique o caminho de
volta para “malhada”. Não tentem fazer dela um ensopado, é só osso.
Após a comparência da mesma na “malhada” dá-se recompensa a
bode avantajado que lhe dê o que ela merece.
Palavras para quê?
No decorrer de reunião de trabalho. O mais alto responsável
sai-se com esta:
…
"brunch" aqui escrevesse com “o” e tem “e” no fim.
…
Já nasceu.
Com uma semana e meio de atraso, recebi hoje o ok para o meu
novo projeto.
O primeiro passo está dado. Agora é esperar que cresça forte
e saudável.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Money
Chatice!
Que é good nóis num have
Se nóis hevasse nóis num tava aqui playando
Mas nóis precisa de worká
Money
Que é good nóis num have
Se nóis hevasse nóis num tava aqui workando
O nosso work é playá
Passamos dia e noite a pensar no mesmo.
É desde que nos levantamos até nos deitarmos.
É desde que nos deitamos até nos levantarmos.
O pensamento é sempre o mesmo.
Já os Mamonas Assassinas cantavam:
MoneyQue é good nóis num have
Se nóis hevasse nóis num tava aqui playando
Mas nóis precisa de worká
Money
Que é good nóis num have
Se nóis hevasse nóis num tava aqui workando
O nosso work é playá
Orelhas em brasa
Dizem que quando nos ardem as orelhas é porque estão a falar
de nós. Será?
Uma das orelhas é bem a outra é mal. Também já me disseram
que tem haver com o lado do coração,... assim é bom ou mau… Não percebo nada disto.
Nunca sei qual simboliza o quê. Já ouvi versões contraditórias.
Alguém me consegue ajudar?
Tenho esta sensação de escaldão na orelha direita ai há 1
hora.
Devo por protetor, pomadas, cremes, água, pó químico,…? (estou
em casa, praticamente não vi o sol hoje).
Sensação chata!
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Depois disto o que virá?
Se tem de lidar com as dificuldades de uma relação amorosa à distância, foi criado um
dispositivo pode dar uma ajuda. Embora a sensação
não seja igual à de um beijo verdadeiro, o Kissenger permite aos
utilizadores "beijarem" o parceiro mesmo que estejam separados por milhares de
quilómetros e tem o objetivo de tornar mais fáceis estes
relacionamentos.
Este aparelho de comunicação composto por um par de pequenos
robôs que dá às pessoas a possibilidade de enviarem beijos.
Estes rôbos, com a forma de ovos, têm lábios de plástico suaves e sensores
de pressão que, quando são beijados, transmitem a sensação recebida em tempo
real.
"As pessoas que o experimentaram consideram-no uma forma positiva de
melhorar a intimidade na comunicação com os parceiros quando estes estão longe".
Por enquanto o Kissenger ainda é um protótipo e, segundo Samani, não será
comercializado até terem sido estudadas "todas as considerações éticas e
técnicas que têm de ser acauteladas". O criador adiantou, porém, que "não está
interessado" em que sejam dadas "utilizações sexuais" ao aparelho.
Nos CTT.
Tirei a senha. Tinha 16 nºs na minha frente. -Estou feito, nunca mais saiu daqui,
caraças pá….
Reparei que tinha uma máquina de selos. Aproximei-me e
comecei a estudar a situação, tinha balança digital, várias opções desde tipo
de correio, nacional ou internacional, azul ou normal, encomenda ou carta,….
Pensei: -cambada de
otários aqui durante horas à espera quando podiam tirar um selo na máquina.
Realmente pareceu-me um bom sistema até encontrar 2
defeitos: 1º não aceita notas; 2º não dá troco. Espetáculo. Para que serve a
máquina afinal?
Restou-me juntar aos restantes otários e esperar.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Traduzam por miúdos
Expliquem como se eu fosse muito burro.
A minha formação tem como base hotelaria e trabalhei na área
dos 13 aos 32 anos. Depois do canudo fui estagiário, tirei cursos, dei
formação, trabalhei fora de Portugal, fui chefe de secção em hotéis e restaurantes,
tive um restaurante,…já vi algumas coisas nesta área.
Isto tudo para confirmar que não falo por falar, penso que
sei do que falo.
Não entendo as declarações do secretário geral da AHRESP,
José Manuel Esteves.
Diz ser “impensável” a
emissão de fatura por apenas 1 café.
Não concordo com muitas medidas do governo. Neste caso
embora não concorde com as percentagens a deduzir no IRS, acho muito bem que se
peça fatura de tudo. Eu sei que o exemplo devia vir de cima e neste caso não
vem. Temos de pagar os nossos impostos. Não vamos trabalhar meia dúzia para os
outros andarem a fazer as coisas a seu belo prazer. Não me parece justo. Nos
locais onde trabalhei sempre lutei por fazer as coisas da forma mais
transparente possível, provavelmente foi por isto que tive de fechar a porta e mudar
de área. Eu sei que é duro sair de casa de noite e chegar de noite. Chegar ao
fim do mês com os tostões contados para as despesas e a meio do mês vai-se o
pouco que se juntou em pagamentos ao estado, andei nisto durante anos.
Sempre faturei tudo e paguei os meus impostos. Não me
parecem justas nem aceitáveis estas declarações. Desta forma parece reconhecer
que em muitos estabelecimentos membros da associação se continua a trabalhar de
gaveta aberta e com saco azul para as despesas lá de casa.
Quero acreditar que estas declarações saíram a quente e o
secretário geral da AHRESP não era isto que queria dizer.
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